Wednesday, 3 November 2010

seda.

como se tudo fosse
fino como seda
não sei até quando
me misturo a água do mar
água da vida
me misturo sem máscara de mergulho
como se tudo fosse
pe.
que.
no.
frágil.
frágil como minhas sapatilhas de bailarina
bailarina aos 4 anos de idade
bailarina dos palcos, da luz, da vida
como se um túnel de vento fosse me sugar
para dentro de meu próprio eu
e ali dentro,
eu,
quando choro,

sangro.

3 comments:

  1. Marco Cardoso Machado3 November 2010 at 19:52

    Bonito poema, Débora ( e gostei da estrutura também)!
    Tanta sensibilidade... faz mesmo sangrar.

    beijos

    Marco

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  2. seu poema,já é bonito,e quando e seguido de foto linda,WAAAALLLL!

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